Domingo, 20 de Julho de 2008

Pah, não entendo...

Ainda estou para entender o porquê de a vontade e o ímpeto que por vezes tenho de escrever freneticamente um grande de um post janota serem acompanhados de uma momentânea falta de tema, numa "branca" da memória que me deixa nervosa, a ponto de gritar com a cadela por respirar demasiado alto, ou ao ponto de visitar centenas de sites para encontrar sobre o que escrever. Portanto, o facto de estar aqui a teclar, neste momento, conta, apenas, como boa intenção, apesar de ser uma miúda de férias desde finais de Maio. É verdade. 

 

 

 

No entanto, experimentem estar de férias desde há dois meses, mais coisa menos coisa, enquanto o resto da família se esfalfa a trabalhar, e perceberão que pouco mais há a fazer, em casa, sem ser ver tv durante horas seguidas, ler, e pasmacear absurdamente por aí... é triste, mas é a vida, em férias - qualquer tipo de inveja que esteja a provocar com este texto é pura coincidência.

 

Sei de muita gente, gente ainda trabalhadora, que olharia para mim com cara de "andas a beber uns copos a mais" (com o que eu responderia com uma resmungona cara de "não é nada, se prestasses atenção vias que eu tinha razão") e que provavelmente seria capaz de enumerar, na coisa de poucos segundos, uma série de 32 coisas que  poderia fazer melhor se estivesse de férias.

 

E conheço ainda muito boa gente que olharia para mim de alto a baixo e diria "vai trabalhar, vadia, que a vida não se faz pensando na morte da bezerra". Eis uma verdade. Mas, dado os problemas que  me têm afectado a vida, ultimamente - e, garanto por todos os santinhos, que eles escolheram estas férias para se acumularem - não teria lógica eu entrar num emprego para aprender a executá-lo no início das férias, para parar a meio e regressar, depois, por umas semanas, até ir de férias com a famelga. A vida é lixada. Ao menos, enquanto trabalhamos, temos a certezinha do que fazer dia-a-dia, sem ser enfardar aperitivos à frente do televisor.

 

 

 

Concluindo, considero ser este o meu contributo à sociedade: ter encontrado aos trabalhadores a razão para ainda estarem a trabalhar e não de papo para o ar na cama, às 11 da manhã. 

 

 

Fui mázinha, não fui?!...  eheh

sinto-me: mázinha LOOL

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