Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Tá na horinha de dar umas satisfações...

Pois apercebi-me, no pouco tempo que tenho para me aperceber destas coisas, que era imperativo explicar ao pessoal que, maravilhosa, amiga e louvavelmente, ainda visita, regularmente ou não, aqui o cantinho... acontece que, sem tirar nem pôr, o tempo de que disponho, actualmente, "não dá nem pra me coçar"! Os minutos raros que arranjei agorinha mesmo para vos escrever são provenientes do facto de eu tomar como obrigatório um descanso essencial no dia em que entro na faculdade às 8.00 da matina e saio às 19.30, com meia hora para almoço - que, por curiosidade, hoje foi simplesmente um lanche aquecido e um sumo e meio chocolate a meio da tarde.

 

É de loucos! Basicamente, mesmo as horas que tenho livres, na faculdade, são passadas na biblioteca - calma!, claro que as horas de almoço, essas, são passadas....... ah, pois!..... na biblioteca! - pelo que já estou pelos cabelos com tanto que estudar, com tanto que adiantar, fazer, trabalhar, pesquisar, endoidecer, enfim!...

Peço-vos que não me recriminem pela ausência imposta aqui do meu querido cantinho, que tanta falta me faz (tanto como me faz falta visitar os estaminés mais queridos, com tanta novidade e cor bonita para que eu olho de relance, enquanto o site da faculdade para fazer o download das aulas não abre...)

 

Acreditem-me, caros amigos 'virtuais', que nada me daria mais prazer que visitar e comentar todos os vossos novos posts, mas é impossível! É li-te-ral-men-te impossível, porque teria de me desdobrar em mais do que as duas em que já estou desdobrada para conseguir fazer tudo o que devo - o que não implica, na maior parte do tempo, muitos desses prazeres de que eu tanto gosto!...

 

A todos, uns beijinhos imensos e uma saudade do coração,

mais uma vez peço a vossa compreensão,

 

vossa,

Palavreadora  

 

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Xii, tou feita!

Normalmente eu rio-me deste assunto, mas isto é coisa séria, hein?!

 

Raparigas com 18 anos ou mais, acautelem-se e tomem atenção! Este texto é para vós! (Mas, rapazes, atenção a vós também, isto implica todo o mundo!)

Disse-nos o nosso professor de Psicologia - um senhor já pró velhote, barrigudozinho, de óculos-fundo-de-garrafa, pouco cabelo, sotaque brasileiro, tendência para falar pelos cotovelos e ideias contraditórias e meio-amalucadas - que raparigas da idade que referi que não tenham, actualmente, um namorado... têm, nada mais nada menos, (e resumidamente)... uma doença mental! É isso mesmo! Quem não tiver namorado... toca a procurar psicólogo que vos acompanhe devidamente, porque o caso é bicudo!

E nada de irem a correr arranjar um namorado qualquer, hein?! Pelos vistos, os requisitos para se ser mentalmente saudável são:

* Que o dito rapaz seja mais velho que vocês;

* Que, de preferência, não esteja na mesma turma/curso, uma vez que isso não parece nada bem;

* Não precisam de gostar muito dele, porque - e isto são palavras precisas do meu professor - "mais vale mal acompanhado que só!";

* Não devem, portanto, esperar que apareça o príncipe encantado, mas aceitar convites aqui e ali e 'ir tendo' namorados, porque não é saudável ter só um e esperar que vá ser ele o pai dos nossos filhos;

* Apesar dos dois pontos anteriores, contribui para uma higiene mental adequada o facto de terem uma relação afectiva estável (não entendo, no entanto, como, se não podemos ter só um namorado ao longo da vida, mas sim vários...); 

* Devem praticar 'o amor' com bastante frequência, mas atenção, meninas, só se gostarem meeesmo muuuito do dito rapaz, "não vão no jogo dos homens", referiu o [pseudo]sábio senhor.

* ... 

 

Enfim... eu podia estar aqui a referir um sem-número de coisas que o meu Professor disse, mas fico-me por estas. Eu respeito o senhor e acho que em termos de matéria das aulas, ele até tem relativo jeitinho para explicar as coisas, mas há temas sobre os quais eu não consigo concordar, como por exemplo, este. Não sei o que pensam, vocês, leitores, mas eu não consigo imaginar-me a ter um namorado só por ter (ou só por dizer que tenho namorado, para não parecer mal) e a procurá-lo no meio da população masculina de idade superior a 18 anos e 10 meses só porque não ter um namorado com as qualidades ideais (por muito totó ou parvóide que seja, afinal o que importa é TER um) faz de mim uma doente mental...

 

Mas a quem acreditar nestas exigências proferidas por um senhor com muitos mais anos de carreira que eu de vida - e se forem do restrito grupo de pessoas que encaixa nos parâmetros para ser considerado 'doente mental' - façam o favor de marcarem uma consulta no psicólogo mais próximo de vós e, se não conhecerem nenhum, falem comigo, que tenho os meus conhecimentos. (Que remédio!)

sinto-me: a lolar!
Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

O achado que inspirou um pensamento #2 - o sorriso sincero que nos falta

Ontem no jornal "Metro" prendi a minha atenção numa carta de um leitor que abordava um assunto um pouco diferente do das outras costumadas cartas sobre as dificuldades financeiras do país/mundo, a má gestão do país pelos nossos queridos governantes e o facto de o número de assassínios e assaltos estar a aumentar assustadoramente depressa.

Basicamente, esse leitor falava da frieza, da indiferença, do afastamento que se apoderou, praticamente sem excepção, de todas as pessoas do mundo, o que se notava no facto de já praticamente ninguém dirigir ao próximo simples expressões como "Bom dia, como está?!" ou "Obrigado, tenha um resto de boa noite".

Eu concordei. Passamos uns pelos outros, corremos, trabalhamos, pensativos, apreensivos, ausentes, rabujentos, ocupados demais para oferecer seja a quem for mais do que um meio-sorriso amarelo de quem dá, apenas, a entender que "sim, eu conheço-te e tu a mim, b'dia, xau!".

Pessoalmente, esforço-me sempre por presentear todos quantos conheço ou com quem falo com um sorriso o mais sincero que me seja possível na altura. É certo que nem sempre estamos de bom-humor, mas não falo de rirmos ou fazermos rir constantemente os outros.

Falo de sorrir educadamente e desejar um bom dia, ou um bom fim-de-semana a amigos, professores, conhecidos, funcionários; Falo de acabarmos um pedido num café e desejarmos um resto de boa tarde ao senhor do balcão, a seguir a termos agradecido e pedido desculpa por termos deixado cair as moedas sem querer; Falo de irmos buscar umas fotocópias a um sítio extremamente longe, onde a dona do estabelecimento nos aborrece com os seus atrasos e mesmo assim lhe desejarmos um resto de bom dia, um bom fim-de-semana, porque foi assim que fomos educados e porque é assim que ganhamos o respeito daqueles que, por vezes, nem o merecem, por serem mal-educados e mal-intencionados para connosco. E a nossa vingança deveria ser, precisamente, ser educados, gentis e, por extensão, superiores.

 

A boa educação perdeu-se algures, por aí, no meio de toda a infelicidade e maldade para que o mundo está a caminhar. Já não é uma prioridade agradecer, pedir perdão convenientemente ou pedir licença para passar; já não é uma prioridade mostrar ao resto do mundo que a educação que os nossos pais nos deram está vincada na forma como tratamos todos com quem contactamos... Mas, certamente, a prioridade do momento é tratarmos de corrigir o destino infelizmente certo do mundo antes que seja tarde demais. Começando pelas coisas pequeninas. São os pormenores que, por vezes, fazem toda a diferença. 

 

Portanto, a todos um resto de bom dia e um excelente fim-de-semana.  

sinto-me: pensativa

§ mAis sObRe Mim

§ PeSquIsAr um PaLaVrEaDo

 

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