Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

Pá, não há quem entenda...II

 imagem do site corbis.com

... o meu cabelo, de manhã. Eu lamento, mas é que há coisas que ultrapassam a minha compreensão!

Então se quando eu me deito, o meu cabelo está lindo, saído total e completamente de uma imagem mágica de anúncios a champôs - de tal forma que nem entendo como consegui pô-lo assim só com uma escova e um secador - como é possível que, pouco mais que nove horas depois disso, ele esteja cada ponta para seu lado, curvado idiotamente em sítios em que devia estar esticado e assapado em sítios onde o escovei elegantemente na noite anterior?! Poças! É de irritar uma pessoa!

 

 

 (imagem da Net)

Claro que, depois de me levantar, lhe passo furiosamente a mesmíssima escova que o dominou na noite anterior, mas já não funciona. A sério... às vezes parece-me que chego à conclusão que o meu cabelo tem mais vontade própria e uma personalidade bem mais forte e vincada que muita gente que conheço!...

sinto-me: (des)penteada
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Pá, já não há quem entenda...

... a meteorologia. Nestes dias assoberbados de regresso à faculdade - sobre os quais tentarei falar um pouco mais, depois - tenho notado que, pelo menos cá no norte, seja na TVI, na RTP, na SIC, no Curral das Moinas ou outro, é cada tiro, cada minhoca... Só mesmo o canal da ARTv (pra quem não souber, é o canal da Assembleia da República) é que não erra nas previsões do tempo. Francamente, uma pessoa nem sabe que roupa vestir, nem que quantidade dela, nem se leve guarda-chuva ou chapéu de sol! E o processo de escolha da vestimenta e respectivos acessórios é muito dificultado pelo facto de acordar absurdamente cedo - ainda é de noite, lá fora - para chegar a horas ao trabalhinho. Bolas! Haja paciência! Ou melhor... previdência!

 

 

sinto-me: confusa!
música: Imagine
Sábado, 13 de Setembro de 2008

Curiosidades turísticas e um filme janota!

Eu nem sei classificar aquilo que pensei quando hoje, depois de me encontrar ao pé dos cinemas de um shopping com uma amiga que já não via há uns valentes tempos, três senhoras brasileiras nos pediram para pararmos e nos falaram com uns estranhos sorrisos divertidos.

Pensei que quisessem indicações - do género, onde é a casa de banho, ou assim, ou qual é o significado de trem ou pimbolim ou aero-moça em português - porque começaram por dizer "Discupi, minina", (eram brasileiras, né?!), "nós sômuis turístais". Mas depois, percebi que as indicações que queriam eram outras. Apontando para os pés da minha amiga, elas disseram "Tem umais bótais bem bonítais... ondji 'cê as comprou?!"... claro que a minha amiga ficou a olhar, boquiaberta, para as senhoras que só queriam saber das bótais dela, mas ainda conseguiu dizer "bem... bem, são da minha mãe... e... não tenho bem a certeza onde as aranjou..." e sorriu timidamente... as senhoras, agradeceram e manifestaram por sorrisos educados a sua pena em não conseguirem encontrar botas semelhantes! Enfim, depois de nos afastarmos, só conseguimos gargalhar e dizer, entre dois AHAH, "nunca imaginei que alguém nos parasse para perguntar algo assim!".

 

 

 

Bem, depois de uma horita de converseta, lá acabámos por ir ao cinema ver o Wall-E (eu estava ansiosa por vê-lo e com razão), filme que simplesmente amámos, do princípio ao fim, desde as cenas puramente hilariantes do simpático robot, aos trejeitos amorosos dos seus "olhinhos" expressivos, desde o seu romântico chamar pela robot que roubou o seu "coração", à sua relação de amizade com uma barata. Um filme lindo, antecedido de uma não menos linda curta-metragem extremamente hilariante e fenomenal!

 

 

  

Aconselho vivamente a todos que o possam fazer, que vejam este filme! É a prova de que estes filmes de animação estão em grande ascenção e que valem mesmo a pena o bilhete! Enjoy!

sinto-me: cinéfila

Problema resolvido...?!

Prontinho, gente... esperemos que, depois do xelique anormal que deu aqui ao cantinho, esta manhã, as coisas se acalmem e não voltem a haver problemas! Estou muito mais calma por ter resultado a minha solução da crise e já fiz as pazes com o computador e tudo, parece que vão ter o blog tal como estava durante mais algum tempo! eheh

 

Provavelmente isto foi o meu estaminé a desejar dar-me que fazer nestes últimos dias de férias!... qual namorado qual quê, o que dá dores de cabeça é mesmo estes problemas técnico-informáticos!

 

 

 

 

 

   

sinto-me: melhor

Instintos Matadores de Computadores!

 

Isto foi o que me deu vontade de fazer hoje quando depois dos cliques habituais, se abriu a página do meu cantinho sem a imagem que eu tinha escolhido para o fundo!...  por uma razão absurda e totó qualquer, essa imagem deixou de estar disponível na Internet, pelo que tenho de me contentar com este fundo temporário enquanto não arranjo melhor... GGGRRR!! Estou furiosaaaa! Totalmente passada dos carretos, minha gente! O trabalho que me deu há uns tempos arranjar as coisas de modo a ficar ao meu gosto e truflas! Foi-se! 'Tá-me a dar uma vontade tal de processar alguém ou de destruir alguma coisa, que nem vos conto!... enfim, a famelga está à minha espera para sairmos, eu depois tento resolver este problema!... até lá... 

sinto-me: FURIOSA!
Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Ainda na onda de quem está às portas do re-início das aulas sem nada que fazer...

...deu-me para ler os nicks e as mensagens pessoais que as pessoas escrevem no MSN, essa espécie de sala-de-estar virtual onde se conversa com os dedos e onde a ironia e o sarcasmo não têm pontuação nem bonecada passível de demonstrar a nossa expressão de gozo, o que gera muitos mal-entendidos, a menos que escrevamos à frente do texto algo como "loool, estou na brinca" ou "no gooozo!".

 

 

 (imagem da Net)

Portanto, em vez de admirar os quadros cá da casa, como vos contei no último post que andava a fazer, resolvi fazer um inventário mental das frases caricatas e expressões coloridas que o pessoal usa para demonstrar à comunidade virtual que já fez 'éne' anos ou meses de namoro, que continua de férias, apesar de faltarem 'xis' dias para regressar à ribalta dos tempos de trabalhinho duro, ou até mesmo que conhecem frases e ditos de gente importante que deviam estar na base da gerência da vida de cada um. E claro que ainda há os que transmitem expressões em línguas estrangeiras e mesmo línguas inexistentes, como é o caso da vossa Palavreadora, não percebem é que isso é estratégia para meter mais gente a falar connosco - quanto mais não seja, para perguntarem o que quer aquilo dizer.

 

E é com isto que acabo por me aperceber que, mesmo que não falemos com metade do pessoal 'online', 'ausente' ou 'ocupado', acabamos por ter uma ideia de como gira a vida de todos: as bonecadas e desenhicos que aquilo permite fazer nos nicks fornecem um leque inimaginável de expressões que podem ser transpostas para o ecrã, de modo a dar a entender o nosso estado do momento - e mesmo sem falar nem ver 'fulano' ao tempo, apercebi-me de que deve ter acabado o namoro com 'cicrano', devido à careta de choro que rabiscou no nick e ao texto triste que a acompanha, que mostra que o mundo pode muito bem ter parado de rodar.

Estamos na era da des-privacidade e não porque tenha sido imposta, mas porque queremos, porque vamos enrolados na onda da moda do momento. E, quer queira quer não, acabo por ser um dos conversadores virtuais com expressões curiosas no nick que acabam por relatar, em parte, um pouco do que eu sinto na altura. É um mau negócio para quem gosta de falar pelos cotovelos, como eu... Sê bem-vindo, futuro! (isto agora, sim, é mesmo só sarcasmo!)

sinto-me: bored!
Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Pró que me dá, às vezes...

Oh minha gente... isto deve, com certeza, ser falta de trabalho e excesso de férias, mas às vezes dá-me pra ter desejos esquisitos, como o caso de ter desejado intensamente, essencialmente no dia de hoje, ter um maninho ou maninha pequenitos com quem pudesse passar uns tempos divertidos ... até chegou a dar-me a vontade de ter uns maninhos para os mascarar! Dá para acreditar?!

 

 

 (imagem da Net)

Francamente, eu começo a ponderar seriamente recomeçar a trabalhar o quanto antes quando me apercebo que considero uma actividade interessante andar pela casa a admirar os quadros expostos nas paredes como se nunca antes os tivesse visto e quando chego à conclusão de que, dez minutos depois de ligar a TV, 99% dos programas que estão a dar serem já meus conhecidos por tanta vez eu os ter visto... e não falo de filmes, mas de séries, vários episódios de várias séries que, antes das férias, nem sabia que existiam.

É um pouco essa falta de equilíbrio que me enfurece... quer dizer, passo os meses dedicados ao estudo, portanto, os meses do ano lectivo, ferrada nos livros e nos trabalhos  sem conhecer patavina do que se passa nesse mundo da arte do cinema e das séries que eu tanto aprecio, enquanto que em tempo de férias, até se torna aborrecido e "bocejante" ver e rever tanta vez comédias, dramas e ficções de vidas que não existem! 

E, felizmente, em tempo de trabalho não tenho [muitas] vezes o tipo de reacção que me levaria a prevaricar em grande e a "visionalizacionar" as ditas séries em vez de estudar.

 

 

 

Ora pois muito bem... um outro argumento que prova estar aqui a minha pessoa a necessitar de regressar ao bem-bom do tempo de aulas é, precisamente, o nem tema arranjar para escrever com a devida frequência aqui no estaminé... pelo que se se re-iniciasse o trabalho escolar, talvez a vossa amiga encontrasse caricatas e narráveis situações que pudesse partilhar com os assíduos leitores. Portanto, a minha resolução é: ao trabalho! Venha ele! A faculdade, os amigos, o trabalho, venham eles! Chega de ócio e poucos afazeres! (Já estamos todos a prever que a Palavreadora-extremamente-assoberbada-de-serviço-de-um-futuro-próximo vai reler estas linhas com um olhar fulminante de quem pensa que a autora escreveu isto após três ou quatro garrafas de whiskie... )

sinto-me: preparada para o re-início
Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Língua de "Perguntadora"

É certo que não é a primeira vez que me apercebo disto, mas a verdade é que às vezes caio em mim e tomo consciência de que parece que a 'idade dos porquês' chegou a mim e parou ali! Acontece que sou uma Perguntadora nata, minha gente! É a verdade. A toda a hora, em todo o momento, sobre todo o assunto, lá está a vozinha "olha, mas o que quer aquilo dizer?", e "mas então e isso acontece porquê?" e ainda "mas se assim é, porque é que ninguém faz nada contra isso?" e coisas deste género.

 

 

 (imagem da Net)

Outras fórmulas de questão são ainda "olha lá, quando eu era pequena, como é que isto ou aquilo aconteceu?" ou então "eu cheguei a fazer isto, quando era bebé?" e ainda "contas-me outra vez [entenda-se por 'outra vez' algo como 'pela milésima vez'] como é que isto aconteceu no vosso casamento?"... enfim... claro que uma das ocasiões que leva mais pergunta é nos momentos que antecedem as refeições, com a costumada "o que é que vai ser o almoço/jantar?"... já não é a primeira vez que recebo um "línguas de perguntador" como resposta. 

 

Pois foi numa dessas ocasiões que veio ao de cima uma situação passada por volta da altura dos meus meros dois aninhos de idade. 

Acontece que eu tinha uma cama daquelas pequenas, de grades branquinhas e edredão de enfeites rendados, que cabia, elegantemente, num cantinho acolhedor do quarto dos meus pais, mesmo ao pé da janela. Pois, naquela altura, pelos vistos, uma palavra que me caracterizava mais que bem era "madrugadora"... e lá estava eu, às 6, 7 da matina, a puxar com quanta força tinha - quase nenhuma - o estore da janela e a dizer, alto e bom som "xá dumi tudo!". 

Os meus pais, trabalhadores como eram - e ainda são - gostavam de apreciar o fim-de-semana no quentinho da cama por mais umas horas... pelo que, remédio santo foi mudar a miúda de quarto, fornecer-lhe quarto, cama, janela e mesinhas-de-cabeceira próprios, com o boneco preferido, o Vitinho, por companhia. 

 

 

 (imagem da Net)

E como, segundo a fiel descrição que recebeu aqui a Perguntadora, a minha pessoa de mais tenra idade resolvia, de manhã, gritar do quarto novo que já estava acordada, o meu pai não viu solução senão proibir-me de gritar antes das 9 da manhã ou até ele me vir acordar.

No dia seguinte, já proferida a dita proibição, acorda o meu pai com um gritinho falado pequeno a dizer "papááá...", ao que ele respondeu, zangado, "que é?!"... e a pequena: "que horas sãããooo?", (momento em que deve o meu pai ter pensado «ai, aquela miúda!...») "são 7 e 20 da manhã, e daí?!" perguntou, furibundo por ser acordado tão cedo, ao que, pelos vistos, a pequena que era eu respondeu "e daqui também!", voltando-se na cama para voltar a dormir! Enfim... é no que dá fazer tanta pergunta, acabamos por descobrir que a nossa infância, por vezes, pode ser reduzida ao que, normalmente, apelido de "totozice aguda".

 

E quanto a vós, caros leitores? Têm episódios caricatos na vossa infância? Também são senhores de uma língua de Perguntador? Ou isso é só defeito aqui da vossa Palavreadora? (Se bem que eu nem lhe chamaria bem defeito... é, antes, feitio!)

Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

A moda e a beleza e o amor da Natureza!

Gente, façam lá o favor de me permitirem um daqueles devaneios com um quê de futilidiade à mistura quanto à despedida final das férias de Verão - que se aproxima, célere, por uma auto-estrada sem limite de velocidade máxima.

 

 

 (imagem da Net)

Apesar de apreciar mais o Inverno do que o Verão, o que mais me agrada neste último é mesmo... o vestuário. A sério, gente... tenho uma colecção razoável e coloridamente divertida de vestidos frescos e janotas que me dão um gosto imenso vestir. Eu sei que é um cliché dizer isto - e o sentimento, esse, já devia ser mais que ultrapassado, provavelmente - mas sinto-me uma autêntica princesa com eles vestidos.

 

 

 (imagem da Net)

O Inverno, como mais rigoroso que é, traz sempre o desconforto das camisolas mais grossas, dos cachecóis, das luvas, dos gordos e grandes casacos, das botas (por vezes, molhadas e enlameadas), dos guarda-chuvas revirados com o vento... enfim... um sem número de coisas que, à primeira vista, serviriam p'ra todo e qualquer um referir "bem, a miúda, com estas futilidades todas à moda de Rebelde Way ou Morangadas, detesta o Inverno"... mas não, meus senhores.

O Inverno e eu é que estamos bem um para o outro. Apesar de todos os senãos - e de eu proferir a maior parte dos impropérios permitidos a uma miúda rigidamente católica nesta época do ano, devido a chuvas, molhas, ventos e etecetras - o Inverno, com o seu encanto natural de quem consegue mostrar o poder da Natureza através de uma singela Estação, fascina-me. E não falo só do Natal, ou do facto de pelo meio estar metido o meu aniversário, ou dos meus amigos, mas falo daquilo que é característico do Inverno e que, ao ser denominado de "senão" se torna, ao mesmo tempo, num belo e dançante festival da Natureza.

 

 

(imagem da Net)

E então se nevasse!... Ai, se nevasse, quanta da minha alma não poria eu em horas perdidas à janela em puro amor pela visão que me seria dada! Quanta da própria neve não seria eu mesma a rir e saltar de alegria sincera pela demonstração de afecto que a Natureza tem para connosco e que transborda através da beleza singela e humilde dos elementos!

Eu tenho tendência a esquecer os contras e os riscos e só a voz da razão na forma do meu pai me traz de volta à realidade quando ele me diz, em tom seco, "já imaginaste os acidentes com os carros e tudo o resto, por causa da neve?!". É verdade... nem toda a decoração gloriosa de uma Estação pode aparecer sem os seus prejuízos...

 

Portanto, talvez eu não chore assim tanto a despedida do Verão e das roupas frescas, coloridas, felizes, leves e calmas. Talvez o Inverno traga, mesmo, como benefício o facto de me providenciar momentos de frescura, cor, felicidade, leveza e calma!... Juntamente com todos os outros de fúria, medo, aborrecimento e nervosismo. Porque acredito que, tal e qual a real Natureza e toda a magia que, em conjunto, os seus elementos criam com toda a sinceridade, somos mais verdadeiros connosco mesmos e com os que nos rodeiam quando todas as sensações podem passar por nós e transbordar, como seres de sentimentos que somos, criando, com humildade e sensatez, aquilo que é o melhor de nós que podemos dar ao Mundo e que, para mim, é o cerne da identidade do Ser Humano.

sinto-me: já invernal

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